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Sensacional, novo programa de Daniela Albuquerque, não tem nada de sensacional


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É uma responsabilidade e tanta um programa ser batizado de Sensacional. Com esse título, nada mais justo que o telespectador esperar uma atração surpreendente, que fuja da tradicional mesmice que se transformou a TV aberta. Sensacional, novo programa de Daniela Albuquerque, estreou neste domingo (19/09) na Rede TV! e não cumpriu o prometido. De sensacional, só o nome. Faltaram bons conteúdos que justificassem a escolha desse título.

Sensacional padece do mal que assola a grande maioria das atrações de auditório: originalidade. O programa é um compilado de tudo que já foi feito e exibido anteriormente em outros canais: quadros focados em transformações de telespectadores, fãs respondendo perguntas sobre a carreira de famosos… Sem a pressão de ter que brigar pela liderança ou vice-liderança no Ibope, Sensacional poderia deixar a preguiça de lado e apostar num conteúdo mais ousado para ser uma verdadeira opção para o público da TV aberta.

Talvez, o mais sensacional de Sensacional seja o desempenho de Daniela Albuquerque, que se mostrou mais segura e articulada. Há quase dez anos na televisão, a apresentadora sempre foi alvo de críticas ferozes e na maioria das vezes, merecidas. Ela já não tem mais a dicção titubeante dos tempos em que comandava o Manhã Maior, nem é tão engessada como nas cabeças que gravava para Doutor Hollywood. Daniela está mais desenvolta e cresce quando tem a oportunidade de ser espontânea, como na reportagem em que experimentou comida de cachorro ou na tentativa de imitar Valesca Popozuda. Um bom caminho para o Sensacional ser mais sensacional pode ser esse: (boas e curiosas) pautas externas que permitam que a espontaneidade de Daniela aflore.

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